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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

5 Dicas para você que irá comprar um imóvel usado


Muitas dúvidas podem surgir e influenciar você na compra do seu imóvel. Por isso, avaliar fatores como a localização, meios de transporte e serviços oferecidos no entorno devem ser colocadas no papel.


Confira algumas dicas que ajudam tomar a melhor decisão e, evitar problemas futuros com na compra da sua casa, ou apartamento.


Localização


Verifique se a localização do imóvel e todos os serviços que a vizinhança oferecem trazem benefícios valorizando ou não a região escolhida. É sempre bom considerar a oferta de serviços prioritários como, bancos, supermercados, hospitais e  escolas. Muitas vezes a presença de feiras livres e  bares desvalorizam o seu imóvel. Vale a pena perguntar aos moradores antigos do bairro, como é morar na região, se eles gostam, e observe as melhorias em andamento.


Transporte


O local tem fácil acesso aos meios de transporte como metrô, ônibus e trens? Em uma cidade como São Paulo, o fator mobilidade é algo muito importante. Se por uma questão de orçamento o seu imóvel está em regiões mais afastadas do centro comercial e das facilidades de uma metrópole, lembre-se que a localização do imóvel é importante. Um bairro com poucas opções de transporte pode ser ruim caso você precise deles. Procure se informar se na rua do empreendimento, existe pontos de ônibus, se há a proximidade de pontos de táxis e se o trajeto até uma estação de trem ou metrô não toma muito tempo de deslocamento.


Infraestrutura externa


Avalie a construção e condições do prédio. Se atente a rachaduras e possíveis obras que tenham que ser feitas futuramente.

Preste atenção na manutenção do edifício nas áreas de uso coletivo como, salão de festas, playground e churrasqueiras. Bater um papo com o zelador do prédio sobre as despesas que o condomínio tem, pode esclarecer os custos mensais com a manutenção.


Infraestrutura Interna


Tratando-se de um imóvel usado, observe seu interior com calma. Atenção a portas, janelas, estruturas de madeira que possam ter a presença de cupins, com certeza você terá contratar empresas especializadas em dedetização.

Não se esqueça de olhar a presença de infiltrações que podem ser detectadas pela cor escura das paredes e teto. Peça para um profissional de confiança avaliar as condições elétricas e hidráulicas do imóvel..


Segurança


Não se esqueça de observar se existe um sistema de segurança integrado, com câmeras e portaria 24 horas, alias, além do conforto, a segurança é imprescindível para quem vive em cidades grandes com autos índices de violência. Quanto mais informações, melhor!



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ENTREVISTA| Comunidade Imobex » Juliana Gallicchio: Estudo, experiência e poesia no exercício da profissão


Caros leitores, boa tarde! Eu tive a honra de ser chamada para uma entrevista e gostei bastante do resultado. Convido a todos vocês para lerem e conhecerem um pouco mais sobre mim, minha profissão e como eu a executo. Basta acessar o link e boa leitura!

Comunidade Imobex » Juliana Gallicchio: Estudo, experiência e poesia no exercício da profissão


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Governo amplia o teto para compra de imóvel com uso de FGTS

A partir desta terça (1º), limite sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil em São Paulo, Rio, Minas e Distrito Federal. Nos outros estados, limite sobe para R$ 650 mil.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, nesta segunda-feira (30), ampliar o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O voto pela ampliação foi dado pelo Banco Central (BC). Essa modalidade de crédito tem juros mais baratos,

A partir desta terça-feira (1º), o limite subirá de R$ 500 mil para R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos outros estados, o limite de financiamento sobe para R$ 650 mil. O limite de R$ 500 mil estava em vigor desde 2009.

Pelas regras, o financiamento não pode ser superior a 80% do valor de avaliação do imóvel. Para financiamentos que prevejam a utilização do Sistema de Amortização Constante (SAC), esse percentual pode atingir 90% do valor de avaliação.

Segundo o Banco Central, “a medida incorpora ao arcabouço regulatório brasileiro as melhores práticas verificadas no mercado de crédito imobiliário brasileiro, que se mostrou bastante sólido no que toca aos critérios de concessão e avaliação do risco de crédito durante a recente crise financeira internacional”.

O banco acrescentou que tais práticas estão em consonância com as recomendações do Financial Stability Board, que, no início de 2012, publicou documento estabelecendo um conjunto de princípios que devem nortear a concessão de financiamentos imobiliários residenciais.

Busca-se com essas medidas, além de atualizar os limites do SFH, aprimorar a regulamentação do mercado de crédito imobiliário, estabelecendo-se requisitos em consonância com as melhores práticas nacionais e internacionais.

Fonte: Portal Brasil

O que você achou dessa notícia? Deixe a sua opinião nos comentários.

Aproveite para conhecer os imóveis disponíveis, que a partir de hoje, também podem ser comprados com os recursos do FGTS : Apartamento alto padrão  Sobrado em condomínio Casa de bairro Sobrado de bairro em São José dos Campos - SP.


 Leia também Quando vale a pena sacar o FGTS e Confira aqui todas as situações e regras para sacar o FGTS.






quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Como saber se o Corretor de Imóveis esta devidamente credenciado pelo CRECI ?

Você sabia que existe uma forma muito simples de saber se esta sendo atendido por um Corretor de Imóveis, devidamente credenciado pelo CRECI ?
Assim como o Médico precisa de CRM, o Engenheiro e o Arquiteto de CREA, o advogado de OAB, o Corretor de Imóveis deve estar credenciado no CRECI para poder exercer a profissão. Ocorre que neste mercado, é muito comum encontrarmos pessoas descredenciadas atuando, o que pode ser prejudicial ao cliente.
Exigir a credencial do profissional que escolheu para atende-lo, é direito seu, mas se por algum motivo ele não lhe apresentar, tem uma forma rápida e bem simples para descobrir se ele é, de fato, um Corretor de Imóveis e se esta em dia com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis.
O CRECI São Paulo disponibiliza em seu site, uma ferramenta que possibilita esta pesquisa.
Vamos ao passo a passo?
  1. Tenha em mãos o nome completo do Corretor de Imóveis;
  2. Acesse o link Busca de Corretores; 
  3. No campo "nome" digite o nome do Corretor de Imóveis;
  4. Por fim, digite o código de segurança e clique em buscar
* não é necessário digitar o município.
Use essa ferramenta a seu favor para que tudo corra bem na conquista do seu sonho.
Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário ou envie sua pergunta para

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Não espere para comprar o seu imóvel

Ed. Santorini - São José dos Campos - SP
Não é raro ouvir alguém reclamar que os preços de apartamentos  e casas das grandes capitais estão nas alturas, irreais, não condizentes com o que se ganha. A euforia repentina do mercado imobiliário e o alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a expansão de empréstimos no Brasil seriam, portanto, indícios de uma crise imobiliária prestes a ser deflagrada? Embora a presença de bolha não possa ser totalmente descartada, economistas acreditam que o seu inflar ainda é lento - e não está nem perto da queda dos preços.

Concluído em janeiro deste ano e publicado no início do mês, o relatório do FMI apontou a alta rápida dos preços de imóveis no Brasil e a forte expansão dos empréstimos imobiliários. Segundo o documento, o aumento dos requerimentos de capital para comprar um imóvel contribuiu para reduzir a velocidade de crescimento do crédito.

De acordo com o economista e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Emerson Marçal, a melhoria das condições de crédito levou ao aumento da demanda por imóveis, responsável pelo acréscimo nos preços dos aluguéis e dos imóveis novos. A queda dos juros permitiu acesso a crédito para compra de imóvel e levou agentes econômicos a buscar esta alternativa como forma de investimento.

Para uma bolha imobiliária se consolidar, no entanto, são necessárias condições de crédito fáceis, o que aconteceu nos Estados Unidos, que, junto à elevação das taxas de juros, levou ao estouro da bolha imobiliária em 2007. Ainda de acordo com o economista, não é o caso do País. "Financiar imóveis ainda é algo restritivo no Brasil. Os bancos têm regras demais, e os cartórios implicam custos", explica Marçal.

Segundo o professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Ricardo Almeida, nada de surpresas: a alta dos preços está dentro do esperado, conforme a taxa de juros. O valores de imóveis devem crescer de acordo com a inflação, sem valorização expressiva, e o crédito deve se estabilizar. "Não espere para comprar seu imóvel", sugere o analista.

Conforme pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgada em maio, pela primeira vez em quatro anos os preços de imóveis residenciais novos recuaram em São Paulo. No primeiro trimestre, o valor do metro quadrado dos lançamentos com um e dois dormitórios, os imóveis mais procurados, caiu 7,8% em relação a dezembro de 2012. Caso não haja bolhas no mercado imobiliário brasileiro, os preços dos imóveis no futuro próximo devem se consolidar em um novo patamar, sem aumentos contínuos ou quedas drásticas. 

Fonte: Terra

domingo, 8 de setembro de 2013

Lei garante desconto de 50% para registro de primeiro imóvel

Segundo a Lei 6.015, de 1973, quem compra o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) tem direito a 50% de desconto no registro da escritura do bem. Mas, apesar de a norma ter quase 40 anos, poucos a conhecem, e muita gente paga o valor integral das custas cartoriais, quando, na verdade, poderia economizar dinheiro.
Luiz Carlos Kechichian, conselheiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 2ª Região (Creci-SP), não hesita em apontar os responsáveis pela falta de conhecimento da lei: os cartórios. "Eles não têm interesse em dar publicidade à norma".
A afirmação de Kechichian, no entanto, é contestada por Francisco Ventura, diretor de registro de imóveis da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Anoreg-SP): "A maioria dos imóveis financiados pelo SFH tem esse desconto, e, em São Paulo, os cartórios normalmente já dão esta informação".
Ventura até demonstra surpresa diante da alegação de que a lei é pouco conhecida. "Pode haver algum caso isolado, mas não sei porque disseram que as pessoas não conhecem a norma", afirma ele. O diretor da Anoreg-SP vai além, e diz que os bancos costumam avisar aqueles que buscam financiamento sobre o desconto de 50% nos custos cartoriais.
Kechichian, porém, usa o exemplo dos próprios corretores para garantir que há grande desconhecimento sobre a lei. "Até tentamos informar todos os associados do Creci-SP, mas nem todo mundo recebe a informação; fora do estado de São Paulo, então, o desconhecimento é ainda maior, e até donos de imobiliárias ignoram a lei", afirma o conselheiro do Creci-SP. Segundo ele, só quando o cliente é bem informado e pergunta sobre o desconto é que consegue o benefício nos cartórios.
Declaração 

Para garantir o direito ao desconto, o comprador tem de apresentar uma declaração de que está adquirindo, com o financiamento do SFH, seu primeiro imóvel. Ventura afirma que, em São Paulo, basta apresentar a declaração escrita para pagar apenas 50% das custas cartoriais. "Não precisa nem comprovar, pois os cartórios paulistas têm informações centralizadas e conseguem averiguar se é o primeiro imóvel do comprador", diz o diretor da Anoreg-SP.
Nem todos os estados brasileiros, no entanto, têm o nível de informatização de São Paulo. Pode ser necessário apresentar certidão de todos os cartórios da cidade onde o negócio está sendo realizado para comprovar que o comprador não possui nenhum imóvel próprio.
Se a pessoa já foi dona de casa ou apartamento - mesmo que já não possua o bem - ou recebeu alguma propriedade por doação ou herança, não há direito ao desconto. "A lei só se aplica mesmo ao primeiro imóvel, para beneficiar quem está fugindo do aluguel", esclarece Kechichian. Quem é casado com alguém que já tem casa própria continua tendo direito ao abatimento, contanto que compre um imóvel em seu nome.
O desconto é um direito garantido por lei, portanto, se o cartório se recusar a concedê-lo, o comprador pode registrar queixa junto à Corregedoria Geral da Justiça. Para isso, basta entrar em contato com o fórum da cidade na qual se localiza o cartório.
Fonte: Economia Terra

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

07 Dicas para quem vai vender um imóvel


Você decidiu colocar seu imóvel à venda. E agora precisa responder duas questões - o que e como fazer?

Existem muitas matérias de como deixar o imóvel mais atrativo aos olhos do comprador. Devemos lembrar que ele chega com grande expectativa, com olhar crítico e busca se sentir em casa. Ele precisa se sentir bem, se enxergar morando na casa e estabelecer uma relação com o ambiente. A visita ao imóvel deve ser tratada com grande atenção e apuro técnico e o ambiente deve ser, previamente, preparado para receber os candidatos a compradores.

Diante disso, preparei 07 dicas simples para ajudar você nessa nova empreitada!

  1. Definir valor: Contratar um Corretor de Imóveis para avaliar o imóvel e definir o valor de venda. Um imóvel que tem seu valor bem avaliado - dentro do mercado - se torna mais competitivo aumentando as chances de venda;
  2. Documentação em dia:  É importante que a documentação do imóvel esteja em dia. Plantas regularizadas, escritura e registro em seu nome. Manter condomínio, IPTU e demais taxas relacionadas ao imóvel, em dia. Caso o imóvel ainda não esteja quitado, informar valor do saldo devedor e banco com o qual fez seu financiamento;
  3. Guardar objetos pessoais: Hora de despersonalizar os ambientes, torna-los mais cleans , limpos, claros arejados e livres de objetos muito pessoais, como fotos de família, referências religiosas, políticas ou filosóficas;
  4. Organizar e limpar o imóvel: Manter o imóvel limpo, com cada coisa no seu devido lugar, principalmente quando for receber as visitas causa uma ótima impressão. Faz com que os visitantes se sintam bem recebidos. Imóveis bagunçados, com acúmulo de objetos, roupas jogadas, louça na pia assusta a maioria dos clientes fazendo com que eles não enxerguem o potencial do imóvel;
  5. Tirar boas fotos: Faça as fotos durante o dia, pois a iluminação natural favorecerá as imagens. Fotografe os pontos fortes do imóvel explorando a sensação de profundidade. Cuide para que os ambientes estejam arrumados, vasos sanitários com a tampa fechada, e nada de aparecer reflexo de pessoas no espelho. Caso não seja você o autor das fotos, escolha junto com o profissional, as melhores fotos para usar na publicidade do imóvel, nem todos tem discernimento e acabam deixando fotos ruins passarem.
  6. Manutenção e reparos: Certamente, uma vez que você decidiu vender seu imóvel, não esta pensando em fazer uma reforma nele, certo? Mas pequenos reparos, manutenção e pintura são de grande ajuda e somarão muitos pontos a favor. Opte por cores neutras e se tem paredes muito coloridas, troque as cores por tons neutros.
  7. Conduzir a visita: É importante saber apresentar o imóvel, explorar seus pontos fortes, definir por onde começar, o que e como falar. Defina este planejamento com o seu Corretor de Imóveis e deixe que ele conduza a visita. Qualquer pergunta dirigida a você, peça com gentileza que a mesma seja feita ao profissional que esta cuidando da venda do seu imóvel, assim evitará desencontros de informações que podem acabar com uma grande oportunidade.


Tenho muito mais que isso para falar, mas acredito que o principal esta aqui.

Você esta passando por esse momento? Envie suas dúvidas, comentários e sugestões!

Um grande abraço.

Juliana Gallicchio Valerio

Corretora de Imóveis

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Tabela de Remuneração dos Corretores de Imóveis


Hoje, compartilho com vocês a Tabela de Remuneração dos Corretores de Imóveis. É uma informação relevante tanto para quem vai vender, quanto para quem vai comprar um imóvel. 

Aqui você encontra os valores de comissão e demais honorários para todos os serviços imobiliário. 




VENDA

1)
Imóveis urbanos6% a 8%
2)
Imóveis rurais6% a 10%
3)
Imóveis industriais6% a 8%
4)
Venda judicial5%

NOTA 1: Nas permutas, os honorários serão devidos pelos respectivos proprietários a quem estes contrataram, calculado sob o valor de venda de cada imóvel.
NOTA 2: Quando a transação envolver diversos imóveis, os honorários devidos pelos respectivos proprietários a quem estes contrataram, calculados sobre o valor de venda de cada um dos imóveis.
NOTA 3: Nos casos de vendas com transferência de financiamento os honorários serão devidos sobre o total da transação realizada.
NOTA 4:  Quando a transação imobiliária envolver mais de um corretor, os honorários serão pagos a todos os participantes, em partes iguais, salvo ajuste em contrário, firmado entre os interessados, por escrito.

LOCAÇÂO
1)
De qualquer espécie e sempre por conta do locador:
Equivalente ao valor de 1 (um) aluguel
2)
 Locação de temporada (Lei 8.245/91), com prazo de até 90 (noventa) dias:
30% sobre o valor recebido

ADMINISTRAÇÃOD E BENS IMÓVEIS
 Sobre o aluguel e encargos recebidos:
8% a 10%
 Valor mínimo de
R$ 50,00
NOTA: A administração para clientes cuja carteira imobiliária seja, comprovadamente, superior à R$ 100.000,00(cem mil reais)/mês, o percentual será:.................................................5% a 10%

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS
 Venda de empreendimentos imobiliários
4% a 6%
NOTA: Não estão incluídas nos percentuais acima, as despesas de promoção e publicidade em geral.

LOTEAMENTOS
 Estudo, organização de vendas de áreas loteadas (urbanas),já aprovadas e registradas
6% a 8%
 Estudo, organização de vendas de áreas loteadas (rurais),já aprovadas e registradas:             
6% a 10%
NOTA : Não estão incluídas nos percentuais acima, as despesas de promoção e publicidade em geral, bem como a administração. 

ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIOS
 Sobre o arrecadado pelo condomínio mensalmente:
5% a 10%
 Valor mínimo de:
R$ 850,00

COMPRA
 Autorização expressa da procura de imóveis:
6% a 8%

ATIVOS IMOBILIÁRIOS
 Intermediação de Fundos Imobiliários, cotas de consórcio imobiliário, certificados de recebíveis do SFI e outros:
4% a 6%

PARECERES
 Parecer por escrito quanto à comercialização de imóvel. Sobre o valor apresentado os honorários serão fixados em: 
1%
 Valor mínimo de parecer por escrito:R$ 650,00
 Parecer verbal quanto a operações imobiliárias.
A partir do valor de 1 (uma) anuidade Vigente do CRECI/SP.

REMUNERAÇÃO POR SERVIÇOS PRESTADOS       

Como bem estabelece o Novo Código Civil – que se encontra em vigorar desde janeiro/2003 –, no Capítulo XIII, artigo 725, “A remuneração é devida ao corretor uma vez que tenha conseguido o resultado previsto no contrato de mediação, ou ainda que este não se efetive em virtude de arrependimento das partes”. (Para mais informações sobre corretagem imobiliária, leia a íntegra do Capítulo XIII, na página sobre “Legislação”). 

No que concerne à aplicação da tabela de honorários, deve o corretor se ater também ao que determina o Código de Ética Profissional, aprovado pela Resolução COFECI n° 326/92, que estabelece, através do seu artigo 4°, inciso X: “Cumpre ao corretor de imóveis, em relação aos clientes: ...receber, somente de uma única parte, comissões ou compensações pelo mesmo serviço prestado, salvo se, para proceder de modo diverso, tiver havido consentimento de todos os interessados, ou for praxe usual na jurisdição”.

E, no art. 6°, inciso V, do mesmo Código de Ética, é estabelecido que: “É vedado ao corretor de imóveis: ...receber comissões em desacordo com a tabela aprovada ou vantagens que não correspondam a serviços efetiva e licitamente prestados”.

Ainda de acordo com a própria Lei Federal n° 6.530/78 (que regulamenta o exercício da profissão de corretor de imóveis), em seu artigo 17, inciso IV, “Compete aos Conselhos Regionais: ...homologar, obedecidas às peculiaridades locais, tabelas de preços de serviços de corretagem para uso dos inscritos, elaboradas e aprovadas pelos sindicatos respectivos”.

E os valores constantes da atual tabela foram aprovados em Assembléia SCIESP em 27.janeiro.2009, a qual restou homologada pelo CRECI/SP na 24ª Reunião Plenária, em data de 27.janeiro.2009, recomendando-se sua divulgação através da fixação em local visível ao público.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Fique atento à renovação do seu contrato de aluguel!

A renovação do aluguel ocorre ao final dos 30 meses de contrato, quando inquilino e proprietário tem duas opções : renovar ou rescindir. 
Ao contrário do que ocorre nos reajustes anuais (corrigidos pelo índice IGP-M - FGV) na renovação, o proprietário tem o direito de atualizar o valor do imóvel de acordo com o mercado, que pode até dobrar.

É importante que o inquilino esteja atento à vigência do contrato e se prepare para não ser pego de surpresa. A melhor saída é a negociação do valor. Tenha em mente uma contraproposta para apresentar ao proprietário.
Durante a vigência do contrato é importante pagar todos os aluguéis, condomínio e taxas em dia e cuidar bem do imóvel para que tenha mais pontos positivos a seu favor, no momento da negociação ( caso sua intenção seja a de ficar no imóvel por mais 30 meses). 
Construir uma relação saudável com o seu locador é imprescindível seja seu contrato diretamente com ele ou através de uma imobiliária. 
Se você esta passando por essa fase, envie suas perguntas!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Quando vale a pena sacar o FGTS

Hoje, eu compartilhei uma matéria de grande valia para quem esta pensando em comprar um imóvel utilizando o FGTS. Veja em quais situações é possível e quando vale a pena sacar este recurso. Se tiver alguma dúvida, entre em contato ou deixe sua pergunta nos comentários, que responderei. Boa leitura!


Quando vale a pena sacar o FGTS
por Jenifer Corrêa

Se você é empregado em regime CLT, um de seus direitos é o FGTS (O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), uma reserva financeira de 8% de seu salário bruto, creditada todos os meses por seu empregador em uma conta da Caixa Econômica Federal. 


Entretanto, diferentemente da poupança, esses recursos não podem ser sacados na hora que você quiser. Existem momentos específicos para isso (30, para ser mais exata). Mas você sabe a hora certa de utilizá-los?

De modo geral, especialistas, como o economista Paulo Henrique Corrêa, da Valor Investimentos, lembram que praticamente qualquer aplicação desses recursos, desde que em um novo investimento, vale a pena. Isso porque o fundo rende no ano 3% mais a Taxa Referencial (TR), o que não tem nem coberto a inflação. Logo, manter o dinheiro lá por muito tempo significa perder poder de compra.
Veja algumas das situações em que vale a pena sacar o FGTS:
1. Complementar a entrada de um financiamento imobiliário. Os bancos costumam financiar até 90% do valor total de um imóvel, mas é sempre bom lembrar que quanto maior o valor que você der de entrada, menos tempo passará pagando e menores serão as parcelas (e os juros!);
2. Abater o saldo devedor de um financiamento imobiliário. A cada dois anos o saldo do FGTS pode ser usado para o abatimento desse tipo de empréstimo. Isso pode ser feito de duas formas: para diminuir o saldo devedor (do valor que você pagará à vista serão descontados os juros proporcionais) ou o valor das parcelas nos próximos 12 meses;
3. Reformar a casa após um desastre natural. É só chegar o verão para começarem a pipocar as notícias sobre enchentes. Caso sua casa tenha sido atingida, esse é um dos casos especiais em que o governo libera o saque do FGTS. Essa opção vale mais a pena do que contratar um empréstimo, em que os juros pagos serão muito maiores que o rendimento de manter os recursos no fundo;
4. Avaliar a adesão aos programas de investimento em ações organizados pelo governo. A regra número um dos mercados acionários é que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Mas o fato é que quem entrou nos dois últimos programas de investimento em ações da Petrobras e Vale com recursos do FGTS, em 2000 e 2002, está rindo à toa, com uma rentabilidade bem superior aos 3% + TR anuais.
Não vale a pena
Mas quando é que não vale a pena sacar o FGTS? De forma geral, para empregá-lo em gastos supérfluos, não prioritários, avaliam os economistas.
Um dos casos em que é permitido sacar esses recursos é quando ocorre demissão sem justa causa e, especialmente nessa situação, é preciso atentar para não fazer mau uso do dinheiro. Ele é um ótimo colchão para segurar as pontas entre um emprego e outro, mas, quando a recolocação acontecer, o ideal é aplicá-lo logo em uma nova opção de investimento, se possível.
Confira aqui todas as situações em que é possível sacar o FGTS.
Fonte: Yahoo Finanças

terça-feira, 9 de julho de 2013

Vale a pena comprar um imóvel para alugar?

Muitos clientes me procuram intencionando comprar um imóvel com a intenção de colocá-lo para alugar. É um ótimo investimento, certamente, mas existe a forma certa de fazê-lo e para isso, você precisa ter um consultor imobiliário de confiança ao seu lado que lhe oriente na escolha acertada do imóvel e esclareça se este é o melhor negócio para o seu perfil de investimento. 

Li esta matéria no Yahoo Finanças e achei interessante compartilhar com vocês. Ela é bastante elucidativa e pode ajuda-los a tomar uma decisão que esteja de acordo com as suas possibilidades e expectativas.

Boa leitura!


Vale a pena comprar um imóvel para alugar?

Por Jenifer Corrêa


O brasileiro, quando ousa se arriscar no território dos investimentos, é um conservador. Disso não restam dúvidas. Além da poupança, que lidera disparadamente nossa preferência de aplicações financeiras, uma outra estratégia popular é a compra de imóveis para alugar. Em 2012, o número de imóveis alugados no Estado de São Paulo aumentou 9,22%, de acordo com o CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).


Mas será que esse tipo de investimento ainda vale a pena? O consenso de especialistas é de que as perspectivas atuais para o mercado imobiliário são de estabilização de preços, após a forte valorização dos últimos anos. "Não existe lucro perpétuo, ou seja, um investimento que sempre cresça e dê lucro", alerta o planejador financeiro pessoal e familiar, Guilherme Azevedo.

O Yahoo! procurou alguns profissionais da área de Finanças para comentar os pontos fortes e fracos da estratégia de investir em imóveis para embolsar a renda dos aluguéis. Confira as opiniões deles e esclareça suas dúvidas sobre esse tipo de investimento:
Quais as principais vantagens?
- Acumular patrimônio;
- Ter o aluguel como um complemento de renda;
- Repassar alguns custos de manutenção do imóvel (condomínio, água, luz, IPTU) ao inquilino.
Quais as principais desvantagens?
- O rendimento com os aluguéis tem sido inferior ao de outros investimentos em renda fixa, como bem alerta o sócio da ZR Consultoria Econômica e Financeira, José Rubens Alvarez;
- Baixa liquidez (não é do dia para a noite que você consegue vender um imóvel no caso de uma emergência);
- Depois da forte onda recente de valorização dos imóveis, as pespectivas são de estabilização dos preços e, consequentemente, do preço dos aluguéis.
DICA DO ESPECIALISTA: o planejador financeiro do site GuiaBolso.com.br Luiz Krempel recomenda estruturar uma reserva de emergência antes de se começar a investir em um imóvel para alugar. Especialistas recomendam que essa reserva seja de três a seis salários aplicados na poupança, uma opção de investimento segura e de alta liquidez (você pode tirar o dinheiro na hora que quiser).
Quais os principais custos?
- Corretagem à imobiliária na hora da compra do imóvel (até 6% do valor);
- Escritura e registro em cartório;
- IPTU e condomínio nos períodos de vacância entre um inquilino e outro;
- Imposto de Renda de até 27,5% sobre o valor recebido do aluguel.
Quais os principais riscos?
O educador financeiro Mauro Calil, da Academia do Dinheiro, destaca três riscos principais:
1. Desvalorização da área/bairro;
2. Períodos de vacância entre um inquilino e outro; e
3. Inadimplência dos inquilinos tanto do aluguel, quanto das contas do imóvel.
DICA nº 1 DO ESPECIALISTA: Guilherme Azevedo acrescenta também o risco de oportunidade, muitas vezes despercebido pelos investidores iniciantes. Toda vez que você escolhe um tipo de investimento, automaticamente está anulando as outras possibilidades, já que o dinheiro é um só. E essas outras possibilidades muitas vezes podem ser mais atrativas e rentáveis.
DICA nº 2 DO ESPECIALISTA: para ajudar a minimizar esses riscos, o planejador financeiro daWG Finanças Pessoais Lucas Radd recomenda a regra básica para qualquer carteira de investimentos: a diversificação. Ele pondera que a exposição a um único mercado sempre é muito arriscada, assim é prudente dividir os investimentos em vários tipos (poupança, imóveis, fundos, renda fixa, ações). Quando um vai mal, o outro compensa ou, pelo menos, ameniza os prejuízos.
Afinal, vale ou não a pena comprar um imóvel para alugar?
O educador financeiro Mauro Calil acredita que essa opção de investimento é recomendada para quem é altamente capitalizado e não precisa de liquidez, ou seja: pode esperar para ver o investimento maturar. Conforme já vimos, as expectativas são de que os preços dos imóveis comecem a se estabilizar e eventuais ganhos daqui para frente devem ser esperados somente para o médio e longo prazo.
DICA nº 3 DO ESPECIALISTA: O planejador financeiro Lucas Radd avalia que o investidor não deve depender do aluguel para pagar a parcela do financiamento do imóvel e muito menos para se sustentar. Para o especialista, esse tipo de investimento deve ser encarado sempre como um complemento de renda.
Você me convenceu. Qual o melhor tipo de imóvel para comprar para alugar?
A maior parte dos especialistas consultados, recomenda as seguintes características:
- Imóvel novo ou em bom estado;
- Um ou, no máximo, dois quartos;
- Proximidade de pontos de comércio e transporte coletivo;
- Com garagem.
DICA nº 4 DO ESPECIALISTA: Quando o objetivo é alugar, o planejador financeiro Guilherme Azevedo avalia que vale mais a pena comprar mais de um imóvel popular do que investir um valor elevado em uma casa ou apartamento de alto padrão. Pequenas salas comerciais também podem ser uma ótima pedida!
Desisti. Tem outro jeito de investir no mercado imobiliário?
Tem, claro, explica o diretor da Alvo Money Assessoria Financeira, Leandro S. Nolla. Para ele, uma opção bastante versátil são os fundos de investimento imobiliário, preferencialmente com aplicações em grandes empreendimentos.

terça-feira, 2 de julho de 2013

07 dicas para quem vai alugar um imóvel

 
1-      Definir o perfil do imóvel: Antes de dar início à busca, é importante definir o perfil do imóvel desejado.
Aqui você definirá suas preferências quanto à tipologia (casa, apartamento ou casa em condomínio), número de dormitórios, número de vagas para carro, se deseja área de lazer, se há necessidade de armários planejados ou não. No caso de prédios, definir se interessam prédios sem elevadores e sem portaria 24 horas (nestes casos, o aluguel e o condomínio costumam ser mais baratos). Enfim, liste tudo que é importante, necessário e imprescindível. Se você tem animal de estimação, consulte antes se o mesmo será aceito no imóvel. Mesmo quando casa, alguns proprietários não permitem.

2-   Definir o valor do imóvel: É importante selecionar imóveis com valores que estejam dentro da sua capacidade de pagamento, para evitar problemas futuros. Existe uma conta simples que você pode fazer. Sua renda deverá corresponder à três vezes o valor do aluguel, no mínimo. Sendo assim, se você escolher um imóvel com valor de R$800,00 deverá comprovar uma renda familiar de, no mínimo, R$ 2.400,00. E se além do aluguel tiver condomínio, contabilize este valor também.  

 3- Definir a garantia: Todo contrato de locação de imóvel precisa de uma garantia. As mais utilizadas, atualmente, são: fiador, depósito caução, seguro fiança e título de capitalização. Dentre todos, o mais comum é o uso do fiador, porém o proprietário do imóvel poderá exigir aquele de sua preferência.

 4- Escolher a localização do imóvel: Aqui, você deve responder a seguinte questão: - Onde eu desejo viver? A localização envolve uma série de fatores e a escolha varia de pessoa para pessoa. Quem tem filhos em idade escolar, certamente vai optar por encontrar uma residência que seja próxima à escola, uma pessoa sozinha poderá optar por morar perto do trabalho ou em bairros que ofereçam transporte e acesso fácil. Este item é de grande relevância. Costumo dizer aos meus clientes que imóvel consegue-se arrumar, mas a localização, não. É fato que quanto mais infraestrutura o bairro oferecer, mais elevado será o valor do aluguel, mas na maioria das vezes, acaba compensando.

 5- Procurar um profissional do ramo: Com todas as diretrizes estabelecidas, chega a hora de procurar um profissional do ramo. Você poderá optar pela ajuda de uma imobiliária ou um corretor autônomo. Para sua segurança, certifique-se de que o profissional esteja habilitado e inscrito no CRECI. É importante que você estabeleça uma relação de confiança com o seu Corretor de Imóveis. Procure ser fiel ao seu Corretor e construa uma relação de amizade com ele. Muitos clientes optam por andar com vários profissionais ao mesmo tempo. E muitas vezes acabam sendo direcionados para imóveis que já visitaram com outro. Tenha em mente que o corretor poderá fazer parcerias com outros profissionais e empresas do ramo para satisfazer o cliente.

 6- Observar o estado do imóvel visitado: Ao visitar um imóvel, observe atentamente sua parte estrutural, se existem trincas, fendas, sinais de infiltração, bolor, mofo, cupim, etc. Peça ao corretor de imóveis para abrir as torneiras a fim de observar se a pressão da água é satisfatória, se há entupimento ou vazamento e dê descarga. Se for uma casa, peça para olhar o registro de água a fim de identificar se existe problema com vazamento. A casa esta vazia, dessa forma o hidrômetro não tem porque estar rodando (mesmo que bem devagar). Caso esteja, existe algo errado que pode gerar contas de água astronômicas. Nos prédios, peça para ver as vagas de garagem, também. Enfim, olhe tudo de forma bem detalhista. Afinal você irá assinar um contrato de 30 meses (2 anos e meio) e durante este período será responsável pelo imóvel que lhe servirá como lar.

 7- Desfazer todas as dúvidas antes de assinar o contrato: Não assine nada, antes de tirar todas as suas dúvidas. Existem muitos detalhes em um Contrato de Locação de Imóveis que precisam ser observados e entendidos. Lembrando que este é elaborado tendo como base a Lei do Inquilinato. Nele estarão estabelecidos multa por atraso, multa por rescisão antecipada, forma de pagamento, informações sobre o reajuste anual, multa por descumprimento de qualquer uma das suas partes, quais encargos são de sua responsabilidade, seguro incêndio obrigatório e manutenção - conservação do imóvel.


Lembre-se que mesmo morando em um imóvel objeto de aluguel, ele será o seu lar enquanto ocupa-lo e cuidar bem dele é sua responsabilidade. Ele é seu, até que a vigência do contrato acabe.  

Cuidar bem da casa é cuidar bem de você mesmo e da sua família.