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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Governo amplia o teto para compra de imóvel com uso de FGTS

A partir desta terça (1º), limite sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil em São Paulo, Rio, Minas e Distrito Federal. Nos outros estados, limite sobe para R$ 650 mil.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, nesta segunda-feira (30), ampliar o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O voto pela ampliação foi dado pelo Banco Central (BC). Essa modalidade de crédito tem juros mais baratos,

A partir desta terça-feira (1º), o limite subirá de R$ 500 mil para R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos outros estados, o limite de financiamento sobe para R$ 650 mil. O limite de R$ 500 mil estava em vigor desde 2009.

Pelas regras, o financiamento não pode ser superior a 80% do valor de avaliação do imóvel. Para financiamentos que prevejam a utilização do Sistema de Amortização Constante (SAC), esse percentual pode atingir 90% do valor de avaliação.

Segundo o Banco Central, “a medida incorpora ao arcabouço regulatório brasileiro as melhores práticas verificadas no mercado de crédito imobiliário brasileiro, que se mostrou bastante sólido no que toca aos critérios de concessão e avaliação do risco de crédito durante a recente crise financeira internacional”.

O banco acrescentou que tais práticas estão em consonância com as recomendações do Financial Stability Board, que, no início de 2012, publicou documento estabelecendo um conjunto de princípios que devem nortear a concessão de financiamentos imobiliários residenciais.

Busca-se com essas medidas, além de atualizar os limites do SFH, aprimorar a regulamentação do mercado de crédito imobiliário, estabelecendo-se requisitos em consonância com as melhores práticas nacionais e internacionais.

Fonte: Portal Brasil

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Aproveite para conhecer os imóveis disponíveis, que a partir de hoje, também podem ser comprados com os recursos do FGTS : Apartamento alto padrão  Sobrado em condomínio Casa de bairro Sobrado de bairro em São José dos Campos - SP.


 Leia também Quando vale a pena sacar o FGTS e Confira aqui todas as situações e regras para sacar o FGTS.






quinta-feira, 11 de julho de 2013

Quando vale a pena sacar o FGTS

Hoje, eu compartilhei uma matéria de grande valia para quem esta pensando em comprar um imóvel utilizando o FGTS. Veja em quais situações é possível e quando vale a pena sacar este recurso. Se tiver alguma dúvida, entre em contato ou deixe sua pergunta nos comentários, que responderei. Boa leitura!


Quando vale a pena sacar o FGTS
por Jenifer Corrêa

Se você é empregado em regime CLT, um de seus direitos é o FGTS (O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), uma reserva financeira de 8% de seu salário bruto, creditada todos os meses por seu empregador em uma conta da Caixa Econômica Federal. 


Entretanto, diferentemente da poupança, esses recursos não podem ser sacados na hora que você quiser. Existem momentos específicos para isso (30, para ser mais exata). Mas você sabe a hora certa de utilizá-los?

De modo geral, especialistas, como o economista Paulo Henrique Corrêa, da Valor Investimentos, lembram que praticamente qualquer aplicação desses recursos, desde que em um novo investimento, vale a pena. Isso porque o fundo rende no ano 3% mais a Taxa Referencial (TR), o que não tem nem coberto a inflação. Logo, manter o dinheiro lá por muito tempo significa perder poder de compra.
Veja algumas das situações em que vale a pena sacar o FGTS:
1. Complementar a entrada de um financiamento imobiliário. Os bancos costumam financiar até 90% do valor total de um imóvel, mas é sempre bom lembrar que quanto maior o valor que você der de entrada, menos tempo passará pagando e menores serão as parcelas (e os juros!);
2. Abater o saldo devedor de um financiamento imobiliário. A cada dois anos o saldo do FGTS pode ser usado para o abatimento desse tipo de empréstimo. Isso pode ser feito de duas formas: para diminuir o saldo devedor (do valor que você pagará à vista serão descontados os juros proporcionais) ou o valor das parcelas nos próximos 12 meses;
3. Reformar a casa após um desastre natural. É só chegar o verão para começarem a pipocar as notícias sobre enchentes. Caso sua casa tenha sido atingida, esse é um dos casos especiais em que o governo libera o saque do FGTS. Essa opção vale mais a pena do que contratar um empréstimo, em que os juros pagos serão muito maiores que o rendimento de manter os recursos no fundo;
4. Avaliar a adesão aos programas de investimento em ações organizados pelo governo. A regra número um dos mercados acionários é que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Mas o fato é que quem entrou nos dois últimos programas de investimento em ações da Petrobras e Vale com recursos do FGTS, em 2000 e 2002, está rindo à toa, com uma rentabilidade bem superior aos 3% + TR anuais.
Não vale a pena
Mas quando é que não vale a pena sacar o FGTS? De forma geral, para empregá-lo em gastos supérfluos, não prioritários, avaliam os economistas.
Um dos casos em que é permitido sacar esses recursos é quando ocorre demissão sem justa causa e, especialmente nessa situação, é preciso atentar para não fazer mau uso do dinheiro. Ele é um ótimo colchão para segurar as pontas entre um emprego e outro, mas, quando a recolocação acontecer, o ideal é aplicá-lo logo em uma nova opção de investimento, se possível.
Confira aqui todas as situações em que é possível sacar o FGTS.
Fonte: Yahoo Finanças